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POLÍCIA

Homem tenta tomar carro com crianças e morre baleado por policial de folga

Policial relatou que o homem exigiu a chave do veículo e tentou tomar sua arma; caso ocorreu no Centro e será investigado pela Polícia Civil.

Por Redação, Oeste Cidade | Notícias de Presidente Prudente e Região

Tentativa de roubo termina com homem morto a tiros no Centro de Presidente Epitácio. Foto: Polícia Civil
Tentativa de roubo termina com homem morto a tiros no Centro de Presidente Epitácio. Foto: Polícia Civil

Um homem de 34 anos morreu após ser baleado por um policial militar de folga, de 47 anos, na manhã deste sábado (24), em frente a uma farmácia na Avenida Presidente Vargas, na região central de Presidente Epitácio. A ocorrência foi registrada por volta das 6h20.

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Segundo informações apuradas inicialmente pela Polícia Civil, o policial havia encerrado o plantão e foi até uma farmácia para fazer uma compra. No momento, ele estava com o carro estacionado nas proximidades, onde estavam seus filhos e outra passageira.

Conforme o relato do policial, um homem se aproximou e exigiu a chave do veículo. O militar afirmou que se identificou como policial e ordenou que o indivíduo se afastasse, mas ele teria insistido na abordagem e tentado agredi-lo fisicamente.

Ainda de acordo com a versão apresentada, o policial efetuou um primeiro disparo na perna do homem. Mesmo ferido, ele teria continuado avançando contra o militar e tentado tomar sua arma, levando à realização de novos disparos.

Uma testemunha ouvida pela Polícia Civil apresentou uma versão compatível com o relato do policial. Imagens de câmeras de monitoramento também foram analisadas e, segundo a investigação preliminar, mostraram elementos condizentes com a versão apresentada.

O homem foi socorrido e levado à Santa Casa de Presidente Epitácio, mas não resistiu aos ferimentos.

Investigação

A Polícia Civil requisitou perícia no local, exame residuográfico e exame necroscópico. A arma utilizada pelo policial foi apreendida para análise.

Em avaliação inicial, a autoridade policial decidiu não prender o militar em flagrante, por considerar que há indícios de legítima defesa. A ocorrência foi registrada como homicídio praticado em legítima defesa e tentativa de roubo.

As circunstâncias do caso serão apuradas por meio de inquérito policial, e novas informações poderão surgir durante a investigação.